sábado, 27 de junho de 2009

Ops...

Coisas estranhas costumam acontecer comigo. Ok. Nada de novo até aqui. Tenho mesmo uma certa vocação pra esse tipo de evento. A estranheza da vez é que, de uns tempos pra cá, dei pra pensar em inglês.

Pois é... Eu, que tenho 25 anos de sonho e de sangue e de América do Sul, que nunca pus os pés nem perto da fronteira dos Estados Unidos, Inglarerra, Austrália, ou qualquer outro lugar que tenha como língua materna o inglês, tenho cultivado pensamentos in English.

Não é por soberba, arrogância, ou outro sentimento igualmente mesquinho. A questão não é essa. Até por que, estou aqui falando em pensamento, aquela coisa que, na imensa maioria das vezes, reverbera tão-somente dentro da minha cabecinha. Inclusive, seria estranho demais até pra mim, se eu saisse falando inglês pelas ruas de Salvador.

Não sei por quê, mas depois de House e Dexter, tenho achado sarcasmo e ironias muito mais funny e clever em inglês. Em português fica até legal. Mas não é a mesma coisa.

Um comentário:

Tati Almeida disse...

é o pensamento globalizado. ;p