segunda-feira, 20 de julho de 2009

Na época da faculdade, durante as provas, eu tinha um professor que sempre dizia que quanto maior fosse a nau, maior seria o naufrágio. E, apesar do meu dom natural de implicar com ele, nunca achei que estivesse errado. Pelo contrário, até. Da mesma forma é com a velocidade com que certos fatos acontecem.

Tenho certas ressalvas em relação às coisas que acontecem de forma abrupta, avassaladora, que fogem do nosso controle, que nos escapam e nos impede de prever cada situação. E isso tem cabimento justamente por que, ainda tenho aquele ranço de o que vem fácil, vai fácil.

Acontece que, por mais que eu tente evitar, meus amigos têm chegado pra mim desta maneira. E são esses amigos que surgem do nada, os que aparecem sem muita explicação, sem nenhum vínculo passível de lógica, sem que se tenha qualquer espécie de conexão plausível, aqueles que depois de passado um tempo, não somos capazes nem de saber ao certo por que, ou quando começou tanta empatia... São esses que num passe de mágica se tornam indispensáveis, que tornam nossas vidas sensivelmente mais agradáveis, e que nos ajudam a seguir em frente.

2 comentários:

Alex disse...

Mandei email. Chego em breve. Quero recepção Prince Ali Style. Sob pena de retaliações. SEVERAS.I mean it!

Gabriela disse...

Quanto à nau, digo mais. Quanto maior, maiores os custos de manutenção também. Fico de canoa, mesmo.
Quanto aos amigos, pare de reclamar, Mandy. Aproveite!